quinta-feira, 16 de julho de 2026
Da janela
Burusera
Histórico
Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual.
O sociólogo japonês Shinji Miyadai foi apelidado de burusera gakusha (o especialista em burusera) após expor uma pesquisa acadêmica sobre as lojas de fetichistas por uniformes escolares.
Restrições legais
Em agosto de 1994, um gerente de loja burusera que fez uma colegial vender sua calcinha usada foi preso pelo Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, sob a suspeita de violação do artigo 34 da Lei de Bem-Estar Infantil e artigo 175 do Código Penal do Japão. A polícia alegou violações daAto sobre o comércio de itens de segunda-mão que proíbe a compra de bens de segunda mão sem autorização.
As leis contra a pornografia infantil impôs controle legal sobre a indústria burusera em 1999. No entanto, os itens burusera em si não são pornografia infantil e que a venda de burusera são uma maneira fácil para estudantes ter renda extra. Isso tem sido visto como abuso sexual infantil.
As prefeituras no Japão começaram a fazer cumprir os regulamentos, em 2004, que restringe a compra e a vendas de roupas íntimas usadas, saliva, urina e fezes de pessoas menores de 18 anos.
sábado, 4 de julho de 2026
calcinha fio-dental branca
Claudia acordou com o sol batendo suavemente em seu rosto, anunciando um dia perfeito para uma caminhada. Ela se levantou da cama, alongou-se com um sorriso nos lábios e decidiu que hoje seria diferente. Enquanto escolhia a roupa, seus olhos pousaram na calcinha fio dental que havia comprado na semana passada, ainda sem usar. “Por que não?”, pensou, sentindo um frio na barriga ao imaginar a sensação do tecido mínimo deslizando entre suas curvas.
Vestiu um shortinho justo e uma camiseta leve, deixando pouco à imaginação. Antes de sair, olhou-se no espelho, admirando a forma como o tecido realçava suas nádegas. “Hoje é dia de me sentir livre”, sussurrou para si mesma, pegando o fone de ouvido e saindo pela porta.
O ar fresco da manhã acariciava sua pele enquanto ela começava a caminhar pelo parque. A sensação da calcinha fio dental era diferente, provocante, e cada passo parecia intensificar a excitação que começava a crescer dentro dela. Claudia notou alguns olhares discretos ao seu redor, mas não se importou. Pelo contrário, a atenção a deixava mais confiante, mais viva.
Ela decidiu seguir por uma trilha menos movimentada, onde a natureza era mais densa e o silêncio, mais profundo. A cada passo, o atrito do tecido contra sua pele úmida de suor a levava a um estado de êxtase sutil. Claudia começou a se imaginar sendo observada, desejada, tocada. Sua respiração ficou mais pesada, e ela sentiu o calor se espalhar por todo o corpo.
Quando chegou a um pequeno claro na mata, Claudia parou, olhando ao redor para se certificar de que estava sozinha. A tentação era grande, e ela não resistiu. Apoiou-se em uma árvore, deslizando a mão por baixo do shortinho, sentindo a umidade que a excitação havia deixado. Seus dedos exploraram com delicadeza, e ela deixou escapar um gemido baixo, perdendo-se na sensação.
De repente, ouviu um som atrás de si. Claudia congelou, o coração acelerado, mas quando se virou, viu apenas um cervo curioso observando-a à distância. Riu baixinho, aliviada e um pouco envergonhada, mas a excitação ainda pulsava dentro dela. Decidiu que era hora de voltar, mas prometeu a si mesma que repetiria essa aventura em breve.
No caminho de volta, Claudia sentia-se mais leve, mais conectada consigo mesma. A calcinha fio dental, agora um segredo compartilhado apenas com a natureza, havia transformado uma simples caminhada em uma experiência inesquecível. E ela sabia que, a partir de agora, cada passo que desse seria uma celebração de sua própria sensualidade.
terça-feira, 12 de maio de 2026
SIGNIFICADO DAS COR DE CALCINHAS
SIGNIFICADO DAS COR DE CALCINHAS

Existe lingerie para todos os gostos - e de todas as cores - e fica até difícil de esco-lher qual o melhor modelo para um dia especial. Que tal deixar esse processo mais divertido? Baseie-se no significado das cores para escolher a lingerie perfeita para você:
LINGERIE AZUL
LINGERIE BRANCA
LINGERIE PRETA

LINGERIE NUDE

LINGERIE ROSA
O rosa é a cor do romantismo, da delicadeza. A lingerie rosa traz afeição e união, seja nos relacionamentos ou para acender o amor-próprio - o que é sempre impor-tante. Aposte em um body com rendas e recortes delicados para canalizar ainda mais a energia da cor rosa.
LINGERIE VERMELHA
Vermelho é paixão e desejo, por isso é tão usado em lingeries com um toque mais sexy. A lingerie vermelha também significa poder e liderança, podendo estimular novas ideias. Aproveite para usar em uma peça com um recorte diferente e sensual.aluguei meu marido (conto recebido)
Quando erámos casados
É sabido que existem amizades que adoram invejar o que a outra tem. Isso já me incomodou no passado, mas hoje tiro proveito e confesso que tenho unido o útil ao agradável; o sucesso tem sido surpreendente.
Moro com o Paulo, um moreno todo tatuado, sarado e safado, adepto do uso de anabolizantes. Aos 32 anos, meu homem tornou-se uma estrutura humana exuberante — em outras palavras, está muito gostoso. Levaria dias escrevendo sobre ele, mas vou poupar você de toda essa "belezura" e me ater somente a este relato maravilhoso.
Em todas as "resenhas" a que vamos, no início, era um estresse. Depois, passei a ignorar. Lembro-me de um amigo gay que ofereceu uma grana (óbvio que o Paulo não sabe) para passar um dia com meu marido. Na época, tola como era, briguei com ele e tivemos um embate ferrenho. Mas foi graças a essa proposta que resolvi "virar a chave". Passei a exibir meu marido nas redes sociais; cheguei a postar até foto dele pelado, com uma figurinha tampando a genitália. Ostento meu homem, e o fruto desse trabalho não demorou a surgir. As amigas começaram a comentar e indagavam se eu não tinha ciúmes. As respostas eram sempre as mesmas: "Se tiver que acontecer algo, será debaixo do meu nariz. Em contrapartida, meu marido é lindo, não concordam?"
Fazia a pergunta justamente para induzir os comentários e, assim, promover quem sabe a ideia de um sexo a três ou troca de casal. Queria tirar proveito financeiro, claro que sem o Paulo jamais saber. Ele até ficou perplexo com as postagens, mas o convenci de que o acho muito gato e que o amo, por isso postava.
O que mais ouvia das amigas era que elas jamais teriam coragem de fazer o que eu estava fazendo! A "promoção" do esposo. Houve uma que disse parecer um leilão; para essa, respondi que ele não tinha preço, "mas quem sabe?".
A Suzane sacou a ideia e, em uma resenha só com mulheres, perguntou se eu teria coragem de deixar o maridão sair com alguém e receber por isso — a mesma proposta que eu tinha recebido no passado e recusado com briga.
— Com certeza — foi minha resposta mais incisiva. E continuei perguntando se ela tinha interesse.
Algumas amigas ao redor riam; outras disseram que gostaram da ideia e que era uma pena não terem a oportunidade de fazer o mesmo, já que seus companheiros não se cuidavam como o meu. Ouvi tudo, absorvi e deixei a proposta no ar com uma simples frase:
— Pagando bem, que mal tem? Além do mais, todo homem gosta de presente, principalmente quando vêm das amigas da esposa.
Em casa, o que plantei germinou através de uma mensagem da Suzane perguntando quanto seria a hora com meu marido. Respondi a ela como agente: passei o valor e as condições do encontro, que teria a minha participação. Suzane aceitou imediatamente e fez o Pix, com um valor a mais para o motel.
Recebi a grana e tinha que elaborar a segunda parte: convencer meu esposo a sair com minha amiga — uma gata morena, casada, de seios médios e dona de uma bela bunda, que queria fugir do padrão em busca de diversão.
Depois de uma semana, na data combinada, disse ao maridão em uma conversa (após deixá-lo fazer o que mais gosta, que é me comer de quatro na cadeira da cozinha) que queria trazer uma amiga para o nosso sexo. Falei que tinha tesão na Suzane e na ideia de ver os dois juntos. Meu esposo chegou a gaguejar e perguntou se eu tinha certeza. Confirmei que sim. Ele indagou sobre o esposo dela, se seria troca de casais, e respondi que não. Disse que tudo só rolaria se ele topasse; caso não quisesse, eu entenderia perfeitamente. Como é cafajeste, aceitou de imediato. Me comeu de novo — coitado do meu cuzinho, sofreu muito para que minha empreitada desse certo. Meu rabo foi uma espécie de "capital inicial". O importante é que, mesmo destruída, conquistei o "sim" do Paulo.
Mudando de assunto: por que os homens gostam de comer o cu da mulherada com força e sem pena? Fui obrigada a gostar, porque é sempre assim que conquisto o que quero com o Paulo, mas entendo que há mulheres que gostam naturalmente.
As coisas estavam se encaixando como eu esperava. Marquei com a Su e fui buscá-la em casa à tarde, horário em que o marido dela estava no trabalho. Ela veio até o carro num vestido florido; a safada estava linda. Como o modelo era tomara que caia, estava sem sutiã, o que dava ênfase aos seus lindos seios. Muito perfumada, entrou no banco de trás, onde o Paulo já a esperava só de cueca branca.
Eu fui conduzindo o carro. Suzane nos cumprimentou e nem se fez de rogada: começou a beijar meu marido de forma caliente e a alisar o pau dele. O volume mostrava o quanto ele gostou do carinho. Ela colocou o pau, já teso, para fora e caiu de boca, mamando a rola do meu esposo. Eu assistia a tudo de camarote pelo retrovisor interno. Como era a primeira vez, fiquei em um misto de tesão e um pouco de ciúmes. Obviamente não demonstrei, mas ficava analisando as reações do Paulo. Ele nunca é carinhoso: empurrava a cabeça dela contra a piroca e chegou a dizer para mim que ela era uma boqueteira maravilhosa. A puta me parabenizou, dizendo que a rola do meu homem era saborosa e que iria tomar o leite todo, que não sobraria nada para mim. Eu ouvia, respondia que ela deveria aproveitar e seguia conduzindo o carro, atenta a tudo, principalmente ao Paulo.
Na suíte, coube a mim a tarefa de chupar a bucetinha dela enquanto a assistia chupar meu marido. Ele perguntava se eu estava gostando de ver o boquete da amiga e eu concordava, enquanto explorava a buceta e o rabo dela — que, por sinal, estava depilado, com um creme muito cheiroso. Na pausa, até trocamos informações sobre o creme.
Ficamos nos chupando na cama. Paulo assistia enquanto bebia uma garrafa de espumante no gargalo, após abri-la espirrando sobre nós, fazendo a tradicional "chuva de espumante". Chupei meu marido e assumi a garrafa de brut, deixando os dois "pombinhos" se pegarem na cama — afinal, ela pagou por isso.
Suzane cavalgava como uma amazona. Paulo representou lindamente, domando-a e comendo-a de quatro, enquanto ela dizia que meu macho era gostoso. Ouvir suas palavras era excitante. Perguntei se valeu a pena o convite (usei o termo "convite" porque o Paulo não sabia da grana) e as respostas foram todas positivas.
Passados sessenta minutos, ela ainda ficou mais trinta. A galinha até filmou a si mesma chupando meu homem no chuveiro; sem aparecer o rosto dele, só o dela agachada engolindo o pau. Por sinal, sabe fazer uma "garganta profunda" como atriz de vídeo pornô — de santa a Suzane só tem a cara.
Só sei que, das seis amigas que sabem do meu novo negócio, quatro já saíram com o Paulo pagando. Estou lucrando e alegrando nosso relacionamento, já que o Paulo amou a ideia de eu trazer as amigas. Elas saem satisfeitas e já estou recebendo propostas das "amigas das amigas". O negócio está evoluindo.
Em contrapartida, participo de tudo, adoro chupar buceta e ainda tenho meu macho em casa me fodendo gostoso, sem me deixar na mão. Estou pensando em produzir conteúdo adulto com ele; a ideia ainda é embrionária. Vivo do meu trabalho, mas esta segunda renda é lucrativa e prazerosa.
sábado, 9 de maio de 2026
Vestido preto com a calcinha preta
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Professôra e as menininhas
Sou uma mulher lésbica tarada e sou fissurada por cheiro de menininhas
Venho através deste. Relatar a todos um pouco sobre minha vida. Me chamo Maria Teresa, tenho 40 anos de idade. Sou professora numa escola primária.
Sou uma mulher lésbica tarada. Adoro uma mulher. Mas de uns anos pra cá. Comecei a sentir atração por menininhas. Sou uma mulher tarada por cheiro de menininhas. Sempre me relacionei com mulheres.
O que vou relatar a vocês se deu inicio a 4 anos atrás. Um certo dia eu fui passar um fim de semana na casa do meu irmão. Esse meu irmão na época era casado e tinha uma filha de 9 anos. Eu nunca tinha tido atração por menininhas até nesse momento. Cheguei na casa do meu irmão numa sexta feira a tarde. Fui recebida pelo meu irmão e sua esposa e minha sobrinha. Nesse dia meu irmão estava fazendo um churrasco. Passamos a tarde toda bebendo.
Quando chegou a noite. O churrasco acabou. Então fomos pra dentro. Era hora de tomar banho. Minha sobrinha foi a primeira a ir pro banheiro. Assim que minha sobrinha saiu do banheiro eu entrei no banheiro. Assim que entrei no banheiro, tirei minhas roupas e fui pro box me banhar. Assim que entrei no box notei algo que me chamou a atenção.
No chão do box notei que as roupas da minha sobrinha estavam espalhadas pelo chão. Então descidi pegar as roupas e colocar no cesto. Quando eu peguei a calcinha da minha sobrinha não sei o que deu em mim. Comecei a olhar pra calcinha. Então fiquei curiosa e decidi fazer uma coisa que eu nunca tinha feito.
Me sentei no vaso sanitário com a calcinha na mão. E fiquei olhando pra calcinha. Conforme eu olhava pra calcinha, minha buceta começou a ficar melada de tanto tesao. Quando eu abri a calcinha dela fiquei ainda mais tesuda. Ao olhar pro fundinho da calcinha notei que tava bem sujo. E também tinha uma babinha. Ao ver isso não me contive. Então comecei a cheirar a calcinha. Quando eu coloquei a calcinha próximo do meu nariz. Fiquei completamente alucinada com o cheiro da calcinha. Tinha um cheiro delicioso.
Um cheiro de buceta misturado com cheiro de urina. Ao sentir aquele cheiro não pensei duas vezes pra cair de boca naquela calcinha infantil. Comecei a cheirar a calcinha que nem uma doída depravada. Após isso comecei a passar a calcinha na minha buceta. Em menos de 5 minutos eu tive um orgasmo.
Nesse dia acabei tendo 5 orgasmos. Após esse ocorrido eu fiquei tarada por cheiro de menininhas. Depois disso o meu desejo por cheiro de menininhas só foi aumentando. Hoje em dia eu descobri uma forma de satisfazer as minhas taras por menininhas.
Como eu sou professora em uma escola primária. Na escola que eu trabalho existem muitas meninas. Hoje em dia eu consigo me satisfazer todos os dias. Não fico um dia se quer sem ter o meu orgasmo. Aprendi como fazer pra sentir o cheiro de uma menininha.
Todos os dias eu uso o banheiro da escola pra eu me satisfazer sexualmente e gozar muito. Durante a aula sempre que posso vou pro banheiro das meninas. No banheiro das meninas eu me arrebento na siririca.
Minha buceta se tornou uma escrava sexual das meninas. Faço loucuras no banheiro da escola. No banheiro eu entro nos boxs. Então eu fasso minhas aventuras. Dentro do box eu me torno uma mulher lesbica tarada.
A primeira coisa que faço é me sentar no chão do banheiro eu adoro sentir a minha buceta se esfregando no chão do banheiro.
Geralmente o chão do banheiro é muito sujo. Depois eu começo a lamber o vaso sanitário. Fico louca quando eu sinto o cheiro de urina. Depois eu lambo a parte interna do vaso sanitário. Depois disso vem a parte mais louca.
Eu adoro o cheiro das meninas que fica no papel higiênico usado por elas. Então eu pego o cesto de lixo. E despejo o lixo que se encontra dentro da lixeira em cima da minha buceta. Então eu começo a esfregar todo aquele papel higiênico usado sobre o meu corpo. Então eu começo a passar o papel higiênico usado na minha buceta. Fico completamente tarada quando eu encontro algum papel higiênico bem molhado com xixi. Fico cheirando o papel higiênico e imaginando a bucetinha que esfregou naquele papel higiênico.
Vocês não fazem ideia do quanto eu GOZO fazendo isso. Quando eu entro no banheiro e encontro o vaso sanitário cheio de xixi eu fico louca. Sou fissurada por xixi de meninas. Então eu meto a minha boca dentro do vaso sanitário e bebo todo o xixi que tiver dentro do vaso sanitário.
Na semana passada eu consegui realizar o meu maior desejo. Que era pegar uma menininha. Há algum tempo atraz conheci uma menininha de 18 anos e comecei a me relacionar com ela. Ela também tem a mesma tara que eu. Ela já se relaciona com algumas meninas. Graças a ela eu tive minha fantasia realizada.
Agradeço a todos que leram o meu conto. Por favor deixem seus comentários.
No meu próximo conto irei relatar a vocês sobre a minha primeira experiência com uma menininha. Transcrito de ccnn
Fale Conosco - zap 21981617458
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