quinta-feira, 16 de julho de 2026

Da janela

 



Bem, olá delícias é a Anjo, 43a, 1,70, 70kg, loira, lisinha, bundão durinho, os seios bonitos pra quem amamentou 2 cianças e muitos homens e mulheres, kkkk, adoro uma putaria, gostaria de contar um fato que ocorreu comigo em abril de 2003, me mudei para um condomínio novo de casas, naquela época havia apenas uma moradora já instalada (vou chamá-la de Nair), rapidamente reformei o que não me agradou e nos mudamos, o marido da minha amável vizinha (que eu vou chamá-lo de Ruy) ele era um coroa, mais ou menos 50 anos, grisalho, atlético, forte, 1,90, 95kg, charmoso, pernas torneadas, bunda empinada duríssima e que tomava banho de mangueira no meio da rua do condomínio nos finais de semana, usando apenas uma maravilhosa sunga que não escondia o volume do seu pau sempre que me olhava, ele não conseguia disfarçar o tesão pela minha bunda, me devorava com os olhos, lambia os lábios me encarando.
No começo isso me incomodou, pois sempre mantive as aparências de esposa exemplar, santinha mesmo, perfeita, do tipo Amélia e ainda estudando e trabalhando fora. O caso é que a Nair era evangélica, desleixada, cabelos negros muito bonitos, muito simpática, magérrima, olhos negros, parda, mas nada atraente, e muito sem sal como diz o Greg (meu amante há 2 anos), não queria e nem devia me envolver com ninguém que conhecesse minha vida pessoal de perto, mesmo não tendo contato direto com ele, mas adorava conversar com a esposa dele, sempre muito amável, não gostaria de trair a confiança daquela mulher. Ela precisava dele pra tudo, eu não, eu era o capeta longe de casa. Mas aos poucos fui gostando de ser desejada pelo Ruy, passei a prestar atenção nos horários dele, e passei a sair pro trabalho no mesmo horário só pra provocá-lo, com calças coladas e calcinhas minúsculas ou vestidinhos bem decotados e sensuais (levando sempre um blazer para pôr em cima para disfarçar o decote no escritório).
Bem, aos domingos ele colocava o carro fora da garagem e pra lavá-o em frente minha casa que era um village lindo de primeiro andar, eu costumo, até hoje, fazer todo o serviço de cozinha durante a noite, assim não perco nada durante o dia.
Ficava na janela, tomava banho na suíte, e saía sem toalha, sem roupa, sempre secando os cabelos com as cortinas e janelas abertas, para que o Ruy e qualquer pessoa que quisesse ver-me nua e pudessem se divertir depois em uma punhetinha gostosa, pensando em mim. Passei a me masturbar em pé na janela pela manhã antes do Ruy ir trabalhar, pois ele ficava olhando pra janela do meu quarto, sempre tirava o carro e paravá-o em frente minha casa, pois meu marido viajava muito, por isso saia cedo pro trabalho as 06hs, o Ruy e eu saíamos as 07hs era tudo que precisávamos, eu o provocava na janela, mas quando nos encontrávamos no supermercado ou mesmo na hora da corrida diária antes do trabalho, fingia que não o conhecia. Um belo dia, eu fui correr mais cedo as 05.45hs, meu marido estava em Fortaleza a trabalho só chegaria a noite, aproveitei e fui correr pra manter a forma, eu estava sozinha, suada, de camiseta regata branca básica, de calça legue, cabelos de rabo de cavalo e tênis, em uma pista deserta fora do condomínio, mas muito próxima, do nada, o Ruy saí de uma moita, então gritei - aiiii que susto Sr. Ruy, pensei que fosse um tarado!   Ele - boa dia vizinha, desculpe-me pelo susto, mas quem disse que não é um tarado??? kkkk
Daí, relaxei, caindo também na gargalhada kkk, acabamos nos abraçando, pra selarmos a paz, ele então aproveitou o abraço, até ali inocente, e passou a mão na minha bunda, diz que meu cheiro era delicioso, mesmo suada, e que eu tinha um capuz enorme, que queria conferir, me afastei dele na mesma hora, mandei-lhe a mão na cara, ele então se refazendo disse - hummm que tapa gostoso, bate mais vai, e me agarrou me puxando pra moita de onde havia saído, passou uma das mãos em todo meu corpo e com a outra me imobilizou, nossa eu estava me debatendo, mas não tentando fugir, eu tbm estava adorando aquilo, por cima das minha roupas ele percorria todas as minhas curvas, eu estava toda molhada, totalmente dominada e entregue aos carinhos do Ruy, de repente, ele me surpreende, meti a mão por dentro da legue e em ritmo alucinante bateu uma siririca maravilhosa, gozei no dedo dele, Ruy olhou pra minha cara de satisfeita e disse - sabia que além de bonita e gostosa vc era uma putona, e chupou o dedo lambuzado do meu melzinho, e completou em seguida - quero comer vc vizinha!
Respondi, ainda ofegante - Eu, eu, não, não posso Sr. Ruy, amo meu marido (mentira pura), e nunca o traí (outra mentira), pois traio o Roger (meu marido por quem sou apaixonada) desde os 2 anos de casada, e não me arrependo de nenhuma das trepadas que dei fora do casamento. Mas, apesar de muito gostoso, da situação tá pegando fogo, não poderia me entregar aquele pirocudo gostoso, isso poderia estragar meu casamento se fosse descoberto. Bem, deixei que ele metesse o dedo novamente, gozei gostoso mais uma vez, ele me empurrou pra baixo até me ajoelhar no chão de barro e me ordenou que chupasse seu pau, coisa que eu desejava muito, mas fiquei relutante, poderia passar alguém correndo e nos ver e além disso, eu poderia não conseguir dizer não depois de saborear aquela vara tão cobiçada por mim da janela aos domingos, quando me exibia pra ele de sunga, mas ele colocou aquele mastro de 28cm x 5cm pra fora e eu caí de boca, mas minha boca é pequenina, quase nasci sem boca, assim brincava meu dentista gostoso, não conseguia engolir nem a metade daquele cacete maravilhoso, mas sou muito aplicada, lambi por fora até as bolas, passei a língua experiente na glande em movimentos circulares, respirei fundo e caí de boca dessa vez bem aberta, consegui colocar um pouco mais pra dentro, ele enlouqueceu, era muita adrenalina, gozou, deixei cair tudo fora da minha boca, cuspi o que restou.

Falei - Preciso ir, já me levantando e me recompondo.
Ele meio a contra gosto, concordou, pois íamos trabalhar. Nos despedimos, agradeci pelo prazer proporcionado e corri para casa, com os joelhos da calça sujos de barro e a boca suja de gala de vizinho.
Espero que gostem e votem. Bjs


Burusera

 


Burusera (Burusera (ブルセラ) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Histórico

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual.

O sociólogo japonês Shinji Miyadai foi apelidado de burusera gakusha (o especialista em burusera) após expor uma pesquisa acadêmica sobre as lojas de fetichistas por uniformes escolares.

Restrições legais

Em agosto de 1994, um gerente de loja burusera que fez uma colegial vender sua calcinha usada foi preso pelo Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, sob a suspeita de violação do artigo 34 da Lei de Bem-Estar Infantil e artigo 175 do Código Penal do Japão. A polícia alegou violações daAto sobre o comércio de itens de segunda-mão que proíbe a compra de bens de segunda mão sem autorização.

As leis contra a pornografia infantil impôs controle legal sobre a indústria burusera em 1999. No entanto, os itens burusera em si não são pornografia infantil e que a venda de burusera são uma maneira fácil para estudantes ter renda extra. Isso tem sido visto como abuso sexual infantil.

As prefeituras no Japão começaram a fazer cumprir os regulamentos, em 2004, que restringe a compra e a vendas de roupas íntimas usadas, saliva, urina e fezes de pessoas menores de 18 anos.








sábado, 4 de julho de 2026

calcinha fio-dental branca


Claudia acordou com o sol batendo suavemente em seu rosto, anunciando um dia perfeito para uma caminhada. Ela se levantou da cama, alongou-se com um sorriso nos lábios e decidiu que hoje seria diferente. Enquanto escolhia a roupa, seus olhos pousaram na calcinha fio dental que havia comprado na semana passada, ainda sem usar. “Por que não?”, pensou, sentindo um frio na barriga ao imaginar a sensação do tecido mínimo deslizando entre suas curvas.

Vestiu um shortinho justo e uma camiseta leve, deixando pouco à imaginação. Antes de sair, olhou-se no espelho, admirando a forma como o tecido realçava suas nádegas. “Hoje é dia de me sentir livre”, sussurrou para si mesma, pegando o fone de ouvido e saindo pela porta.

O ar fresco da manhã acariciava sua pele enquanto ela começava a caminhar pelo parque. A sensação da calcinha fio dental era diferente, provocante, e cada passo parecia intensificar a excitação que começava a crescer dentro dela. Claudia notou alguns olhares discretos ao seu redor, mas não se importou. Pelo contrário, a atenção a deixava mais confiante, mais viva.

Ela decidiu seguir por uma trilha menos movimentada, onde a natureza era mais densa e o silêncio, mais profundo. A cada passo, o atrito do tecido contra sua pele úmida de suor a levava a um estado de êxtase sutil. Claudia começou a se imaginar sendo observada, desejada, tocada. Sua respiração ficou mais pesada, e ela sentiu o calor se espalhar por todo o corpo.

Quando chegou a um pequeno claro na mata, Claudia parou, olhando ao redor para se certificar de que estava sozinha. A tentação era grande, e ela não resistiu. Apoiou-se em uma árvore, deslizando a mão por baixo do shortinho, sentindo a umidade que a excitação havia deixado. Seus dedos exploraram com delicadeza, e ela deixou escapar um gemido baixo, perdendo-se na sensação.

De repente, ouviu um som atrás de si. Claudia congelou, o coração acelerado, mas quando se virou, viu apenas um cervo curioso observando-a à distância. Riu baixinho, aliviada e um pouco envergonhada, mas a excitação ainda pulsava dentro dela. Decidiu que era hora de voltar, mas prometeu a si mesma que repetiria essa aventura em breve.

No caminho de volta, Claudia sentia-se mais leve, mais conectada consigo mesma. A calcinha fio dental, agora um segredo compartilhado apenas com a natureza, havia transformado uma simples caminhada em uma experiência inesquecível. E ela sabia que, a partir de agora, cada passo que desse seria uma celebração de sua própria sensualidade.

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