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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Caiu uma calcinha preta fio-dental










Eu sempre fui comportado na escola, nunca dei problemas, as professoras gostavam de mim, eu era esforçado, tirava as melhores notas orgulhoso de mim, mas a mudança para o apartamento, fui ruim demais, uma nova escola, eu meio que tímido, tudo era regras, embora eu fosse comportado, mas me fazia falta a bagunça da escola anterior, eu estudava de manha, e a tarde ficava no videos game ou no computador, certo dia eu estava na lavandeira tomando sol, numa sexta feira, eu estava com apartamentoartamentoenas 18 anos, do nada uma calcinha preta caiu, eu coloquei a cabeça pro lado de fora, olhei, e nada vi, em cima do apartamento que eu morava só havia um, pois o prédio era de apartamentoas de 4 andares, e eu morava no terceiro, peguei a calcinha, olhei, lembrei que os amigos da escola, as vezes roubavam a calcinhas das próprias irmãs e ficavam batendo punheta no banheiro, embora eu nunca tivesse feito, mas as vezes eu lembrava e ficava excitado, ai eu cheirei a calcinha, um cheiro muito forte de buceta, estava úmida e quente, comecei a mexer com meu pau, e logo estava sem saber ao certo me masturbando, foi ai que tive a ideia de ver no computador, comecei a ver vários videos pornográficos, e a me masturbar muito, escondi a calcinha, no dia seguinte, minha mãe tinha ido trabalhar, eu subi ao andar de cima e fiquei em frente a porta do apartamento, não vi sinal de ninguém, mas havia outra escada, que dava acesso ao topo do prédio, onde havia uma cobertura, e um salão vazio, subi, curioso, olhei, e vi outra escada que dava acesso ao apartamento, desci, e no final havia um porta, escutei algum barulhos de alguém andando, a porta estava entreaberta, olhei, e vi uma mulher linda, só de calcinha e sutiã, andando no apartamento, fazendo alguma coisa, peguei meu celular e comecei a filmar disfarçadamente, com muito cuidado pra ela não me pegar ali, ai vi ela pegando uma toalha ai ouvi a porta sanfonada do banheiro se fechando, entrei mais um pouco e cheguei em frente ao banheiro, a porta estava com uma fresta, ali eu filmei ela tomando banho, que mulher gostosa e linda, morena pela clara, cabelos lisos, peituda, uma delicia, quando ela desligou o chuveiro eu sai, e fui novamente para a porta, ali fiquei, ela se aproximou, eu subi correndo, e escutei ela trancando a porta ai eu desci, e fui pra casa, la eu vi as filmagens, me masturbei, e depois ouvi alguém descendo, abri a porta, e a vi toda de branco, desci junto com ela, falei bom dia, ela respondeu sorridente, eu perguntei se ela queria ajuda, pois ela estava com várias sacolas, e ela me deu várias sacolas eu a ajudei a levar até o carro, ela agradeceu, me deu um beijo no rosto, entrou no carro e foi trabalhar, eu subi peguei várias chaves, pois eu fazia coleção, e fui ao topo do prédio, tentei abrir a porta da frente, mas nenhuma das chaves abriu, então eu subi e fui apartamento na porta dos fundos, onde uma das chaves abriu, eu entrei, fui ao banheiro, e la vi a calcinha vermelha de renda e o sutiã que ela usava, peguei cheirei, e levei comigo, roubei, tanto a calcinha como o sutiã, que cheiro forte gostoso, me masturbei muito, a noite eu sem fazer nada olhando pra rua, vi o carro dela se aproximando, ai ela parou na padaria, eu desci correndo pra oferecer ajuda, quando ela chegou com o carro, eu fingindo que chegava, ela parou, eu falei, Oi dona Rosa, (era o nome dela) tudo bem com a senhora. Ela. Sim meu amor, tudo bem, mas não sou senhora, me cha e de você. lindo. Eu ofereci ajuda de novo, ela falou que queira sim, ai eu a ajudei a subir com algumas sacolas, e ficou outras no carro, eu desci novamente com ela, e a ajudei, visto que minha mãe ia chegar tarde, eu fiquei conversando com Rosa, perguntei onde ela trabalhava, se era no mesmo hospital que minha mãe trabalhava, eladisse ser em prédios diferentes, eu falei que ia pra casa e ela falou. Fica mais um pouco, eu sou sozinha, me conta como é sua vida, onde você estuda, você é um menino muito bom. Eu falei a ela, ela dava atenção, depois me convidou pra jantar com ela, eu jantei, depois até lavei a louça pra ela, pois ela reclamou de cansaço, e enquanto eu lavava ela tomou banho, mas fechou bem a porta, não dava pra ver nada, depois saiu, vestida com um short, preto e uma blusa branca, ai tirou 50 reais e me deu, eu tentei recusar, mas ela insistiu, fiquei até uma 20:00hs, mas ela começou a bocejar e eu fui pra casa, aquele dia foi muito bom, no dia seguinte, eu acordei tarde, tomei café minha mãe estava em casa, eu falei da vizinha, logo as duas fizeram amizade, mas minha mãe trabalhava em horário diferente dela, ela falou muito bem de mim, na segunda feira, não tinha aula, eu subi olhei mas nenhum sinal de Rosa, ai o telefone tocou em casa eu desci correndo atendi e era ela, perguntou se eu poderia ir la ajudá-la, eu nem pensei, subi, bati na porta ela abriu. Oi meu amor, que bom que esta aqui. Ela falou com um sorriso lindo, eu estava encantado por ela, era o meu aniversário, minha mãe nunca fez festa, e eu nunca nem liguei pra isso, mas falei com ela, ela disse que ia me dar um presente, eu perguntei o que ela precisava que eu fizesse, mas ela falou que era só pra ter companhia, pois vivia sozinha, eu falei que também não tinha amigos, no prédio tinha muitas crianças e alguns da minha idade, mas eu nem queria saber, ela de vestido curto, eu doido de vontade, olhava disfarçadamente, ela lavando as roupas dela, eu comecei ajudar, depois fomos pra cozinha, eu ajudei ela a limpar, e estava tudo muito bom, ela disse que estava de folga, ai depois que estendemos as roupas, limpamos a cozinha, ela pediu comida, almoçamos, tomamos sorvete, e a tarde sentamos no sofá, ela falou que era bom ter a minha companhia, eu falei que pra mim era muito melhor, e ali no sofá ela me beija a testa, encostando o seios em mim, e fala que estava ficando doida, eu besta, perguntei. Mas o porque, Rosa, você esta bem? Ela riu, e disse, que estava bem até demais, ela já sentando com as pernas abertas, mostrando a calcinha, sem nem se importar, eu disfarçava, ai ela falou. Pode olhar, você gosta, vem olha. Ela virou o meu rosto em direção as pernas dela, aberta, meu pau latejou, eu tremendo, sem conseguir falar nada, ela falou desligou a TV foi até a porta verificou, e voltou, sentou puxando a saia pra cima, mostrando a calcinha rosa fio-dental toda, eu tremi mais ainda, ela falou. Calma meu amor, sei que gosta, vem pega. Ela pegou minha mão e levou em suas coxas, e até a calcinha, eu quase desmaiei, ai el tirou o vestido, ficando só de calcinha, pois estava sem sutiã, ai ela falou. Meu amor, me promete que nunca vai falar nada a ninguém, senão eu serei presa, por favor. Ela me fez prometer, eu doido, de vontade mas com muito medo, ai ela falou. Vem chupa meus seios, eu chupei que delicia, ela ela me mandou abraça-la enquanto eu chupava seus seios, e ficava fazendo carinhos em meu cabelo, que delicia, ela gemia gostoso, e dizia, que delicia meu amor, ai ela afastou meu rosto me beijou na boca, eu delicia, uma boca grande carnuda, eu nem acreditava, ai ela tirou a calcinha, e pela primeira vez eu vi uma buceta ao vivo, que delicia, branca lisinha, ela me mandou ajoelhar no chão e chupar sua buceta, eu ajoelhei e comecei a chupar, ela falava pra eu passar a linga nela toda, eu passava, e ela falava com vóz ofegante. Aiiii, ahhhh, passa mais ai, ahhhhh. Ai ela mandou eu ficar só no grelo, mandar ir com mais força, eu passava a lingua com força, ela enterrando minha cara em sua buceta, segurando forte, me arrancando cabelo, e eu sentindo algo quente, descendo, eu engolindo tudo, uma delicia, quando ela me soltou eu estava com o rosto vermelho, a nuca com marcas de unhas, aranhões, ela deitou no sofá, toda molhada de suor, eu com o pescoço doendo, ela respirando fundo, quase sem conseguir falar, me mandou ir lavar o rosto, eu fui, olhei no espelho e estava parecendo um pimentão maduro, voltei, e ela falou, ofegante, meu Deus eu te machuquei, pois estava sangrando a cabeça, devido as unhas dela, ela foi ao banheiro, me chamou tomamos banho juntos, ela me beijou, no banho ela me fez chupar seus seios, depois nos secamos, parou de sangrar, minha cabeça, ela passou remédio, ai fomos ao quarto onde ela me colocou deitando no carpete, colocou um travesseiro em baixo da minha cabeça e sentou na minha cara, mandando eu chupar mais sua buceta, eu empurrei a lingua, e ela delirava, gemia, rebocava na minha cara, foi muito bom, ela gozou, e quase nem consegiu levantar, novamente toda suada, ai deitou no chão mesmo, me mandou lavar o rosto eu fui, quando voltei ela se secando, ai mandou eu deitar, e pegou meu pau, brincou, e começou a chupar, Eu quase enlouqueci, que delicia, ela abocanhou, chupou, logo eu gozei muito, ai ela deitou na cama do meu lado e ficamos ali, abraçados, nos beijando, e dormimos, acordamos ja escurecendo, ela mandou eu me vestir, e ir pra casa, pois minha mãe ja havia chegado, eu desci, minha mãe perguntou onde eu estava, eu falei que estava na quadra de futebol, do condomínio, disse que havia feito amizades, ela gostou e falou, que podia ficar a vontade, eu tomei banho, e fui pro meu quarto, no dia seguinte, eu cheio de dor, falei com minha mãe e ela mandou eu ficar em casa, mas assim que ela saiu, Rosa me chamou, eu subi, e ja fomos direto pra cama, onde eu a chupei muito, ela gozou, depois também me chupou, depois me fez ir em cima dela, e meter, direcionou meu pau, que não era grande, mas ela gostou, conforme ela me puxava, eu ia e vinha, ai foi aumentando a velocidade, e gozamos juntos, foi muito bom, nada mais me importava, só ficar com Rosa, assim foram todos os dias, ela se afastou do trabalho e ficava em casa todos os dias, e eu ia pra escola, quando voltava ficava a tarde toda lá, comecei a inventar de dormir na casa de um amigo, minha mãe nem perguntava, e deixava, eu subia e ia a casa de Rosa, e la ficava com ela a noite toda, minha mãe começou a trabalhar de enferrmeira a noite, ai é que foi bom, eu dormia direto com Rosa, a comia de todos as formas, ela ficava de 4, de bruço, era muito bom, eu falei da calcinha, ela riu muito, disse que nem viu que a calcinha caiu lá, tudo era maravilhoso, lá na escola os amigos me chamavam, pra jogar bola, eu nem ligava, estava completamente viciado, as notas começaram a ficar ruim, Rosa mandou eu melhorar senão iria parar de fazer comigo, eu melhorei, no prédio os meninos me chamavam pra jogar bola, eu recusava, outra vizinha perguntou a minha mãe se eu estava com algum problema, mas eu só me importava com Rosa, passei a ir bem pouco em casa, pois minha mãe a noite trabalhava, e dormia o dia todo, eu ja quase morando na casa de Rosa, completei 19 anos, tudo era maravilhoso, eu tinha a vida que queria, pois com Rosa não tinha problemas era só alegria, estava bem na escola. Não sei nem como Rosa conseguiu, mas ela estava com atestado de que estava com depressão, síndrome do pânico, enfim ficou o tempo todo afastada, eu fiz 19 anos, eu e Rosa as vezes íamos a praia eu dizia pra minha mãe que ia com amigos, mas ela nem questionava, as saídas cada vez mais frequentes, as vezes 3, 4, 5 dias fora, minha mãe começou a perguntar, eu inventei que estava trabalhando ela acreditou, eu saia cedo e dava um perdido e ia pro apartamento de Rosa, fiz 19 anos, Rosa me pagou pra tirar a habilitação, pois ela com atestado de depressão, tomando remédios fortes, ou supostamente tomando, a carteira dela estava retida, minha mãe orgulhosa de mim, achando que eu estava trabalhando, mas alguém me viu com Rosa, e falou a minha mãe, alguma vizinha, disse que eu ficava o tempo todo com Rosa, minha mãe ficou furiosa, descobriu tudo, ela chorou, ameaçou chamar a policia, eu ameacei abandona-la se ela fizesse isso, mas alguém denunciou, eu falei que já era maior e acabou não tendo problema, mas minha mãe não aceitava, pois Rosa era da mesma idade dela, por fim eu consegui emprego, mantive o relacionamento com Rosa, minha mãe mesmo contra teve que engolir, hoje eu tenho 64 anos e Rosa 77, estamos juntos firmes. Veja mais em https://lista-liberal.webnode.page/fetiches/







calcinha preta fio-dental -conto erotico





Me chamo Paulo, tenho 64 anos e sou o segundo marido da minha mulher, com quem casei há mais de uma década. Ela já tinha uma menina de seis aninhos, a qual criei como se fosse minha filha legí­tima, já que o verdadeiro pai tinha ido morar na Europa e sequer dava notí­cias...

Minha enteada Juliana cresceu linda e cercada de muito amor que eu e sua mãe lhe dávamos. Ela é loirinha e tem um corpinho maravilhoso, cheio de curvas perfeitas! Além de um par de seios que não chegam a ser demasiadamente grandes. Porém, o forte mesmo é o seu bumbum empinado que deixa qualquer marmanjo babando.

Apesar de toda essa gostosura passeando dia e noite pela casa, eu jamais tive qualquer pensamento erótico em relação a ela, pois como eu disse, a vi crescer como uma filha.

Até que um certo dia, entrei no banheiro logo após Juliana sair do banho... Notei que ela deixou a calcinha usada jogada no chão e tratei de pegá-la para jogar no cesto de roupas sujas. Era uma calcinha bem pequena, preta e fio-dental. Ao tocar naquela peça de roupa, senti-a bastante úmida, o que me fez verificar mais de perto. Bem, a calcinha dela estava molhada de seus próprios lí­quidos, ou seja, ela tinha estado excitada! Quase que instintivamente, levei a calcinha até o nariz e foi aí­ que tudo começou a mudar... O perfume inebriante que exalava daquela roupa í­ntima me deixou completamente alucinado de tesão. Aquele cheiro de menina misturado com sexo me enlouqueceu!

Desse episódio em diante, passei a controlar os horários em que Juliana ia tomar banho. Às vezes ela deixava a porta apenas encostada e eu não perdia tempo, espiava minha filha se despindo completamente antes de entrar no chuveiro. Eu nunca tinha a visto totalmente pelada, sua bucetinha era linda, rosinha e com os pelos cuidadosamente aparados...

Foi então que várias perguntas batucaram à minha cabeça... Será que ela ainda era virgem? Será estava transando sem camisinha? Será que já tinha dado pra muita gente? Cumpria a mim, seu pai, adverti-la! Aguardei um momento em que estávamos a sós em casa, perguntei se Juliana já estava namorando e ela disse que, de vez em quando, "ficava" com alguém, mas nada muito sério. E, aproveitando o embalo, perguntei-lhe sobre sexo, deixei-a meio encabulada nessa hora, mas, de tanto eu insistir, falou que já tivera algumas experiências, inclusive me contou alguns detalhes picantes... Imaginar Juliana trepando, me deixou de pau duro na hora!

Minha filha, que não é boba, percebeu na hora o volume embaixo da minha roupa e questionou se eu tinha ficado excitado com a nossa conversa... Também fiquei constrangido, mas como Juliana estava sendo sincera comigo, eu também fui e confirmei que não consegui controlar o tesão ao falar abertamente de sexo. Pedi desculpas e fiquei esperando tomar uma bronca, afinal eu tinha realmente passado dos limites...

Foi aí ­ que minha filha me surpreendeu dizendo que eu não precisava pedir desculpas, e que o nosso papo também tinha mexido com ela. Eu perguntei: "Mexido exatamente como?". Juliana se levantou e tirou a calcinha por baixo do vestido, me mostrando o quanto estava molhada. Cheirei a parte do pano que acomoda a bucetinha e quase tive um colapso!

Minha reação foi de abraçá-la imediatamente. Mas encostar meu corpo no de minha filha, sabendo que ela estaria sem calcinha me deixou ainda mais excitado, de tal sorte que, em seu ouvido, sussurrei que seu cheiro era maravilhoso. Juliana se arrepiou de cima a baixo e eu levei minha mão até sua xaninha, a qual escorria um caldo abundante e pegajoso.

E para provocar ainda mais, perguntei: "Será que é tão saborosa quanto é cheirosa?". Perguntei se podia conferir e ela ficou meio sem jeito, mas não dei tempo de reação e me abaixei, dando-lhe uns beijinhos na coxa e no começo da bundinha. Sentei ela no sofá, puxei a saia pra cima, meti a boca na xaninha e fiquei ali lambendo. Sua xaninha era perfeita, cheirosa e lisinha com apenas uns pelinhos em cima... Foi quando notei um suspiro profundo! Juliana tinha gozado! Depois se levantou, se recompôs e foi calada em direção ao seu quarto...

Preocupado com as consequências daquele meu ato insano, corri até lá e perguntei se estava chateada com o que eu fizera. Ela disse que não, que estava apenas assustada, e que inclusive tinha gostado... Já foi logo me tranquilizando, pedindo para que ninguém ficasse sabendo daquilo e era exatamente isso o que eu queria. Lógico que ninguém poderia saber!

Para minha surpresa, logo após eu ter prometido que aquilo seria um segredo só nosso, ela disse de supetão: "Então, pai, termina o que começou, vai! Eu não aguento mais de tesão!". Parti pra cima dela, beijei-a e, aos poucos, fui tirando sua roupa, revelando para mim um corpo maravilhoso que, até então, eu jamais vira como sendo de uma mulher.

Aos dezoito anos, ela estava esplêndida e sedutora! Depois de admirar seu belo corpo nu, soquei fundo minha rola em sua xoxota. Transamos como loucos, naquele dia, mas foi tudo muito rápido...

De lá para cá, de vez em quando, conseguimos repetir a dose, mas o costume de cheirar suas calcinhas continuou frequente. Às vezes, para me provocar, Juliana sai do banheiro e diz pra mim: "Aproveita que hoje está com cheirinho de xoxota bem gostosa!". E como é gostosa!




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